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ABFM NEWS - GERAL
 
"Faltam mais estudos que provem riscos do celular", diz oncologista Paulo Hoff
 
"O celular causa ou não danos à saúde? A pergunta principal do debate promovido pela Folha na quarta-feira (17) ficou sem resposta. Ou, com três respostas. Veja a íntegra de debate Leia entrevista com a pesquisadora americana Devra Davis O oncologista Paulo Hoff, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, o engenheiro Alvaro Salles, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, o biomédico Renato Sabbatini, professor da Unicamp, e o psiquiatra Elko Perissinotti, do Hospital das Clínicas de São Paulo, não entraram em consenso sobre o resultados das pesquisas publicadas até agora. Sabbatini, que coordenou uma revisão de estudos sobre o tema, se apoiou nos últimos resultados de uma pesquisa da Organização Mundial da Saúde para afirmar que não há prova de risco. "" Não existe plausibilidade biofísica para esse efeito, uma vez que a intensidade dos campos [magnéticos do celular] é extremamente baixa, da ordem de miliwatts por metro quadrado."" Salles, estudioso dos efeitos da radiação emitida pelos celulares, citou dados de um apêndice da mesma pesquisa para defender o ponto de vista contrário. ""Usuários há mais de dez anos tiveram o dobro do risco de tumores cerebrais."" Acompanhe a Folha no Twitter Conheça a página da Folha no Facebook O oncologista Paulo Hoff ponderou que, com quase 5 bilhões de pessoas usando celular e com a explosão do uso nos últimos dez anos, se houvesse impacto na saúde, ele já estaria claro na sociedade. ""Você não pode descartar que haja impacto mas, se houver, é pequeno."" O mais perto que especialistas chegaram de um consenso durante o debate foi em relação ao risco do uso do celular por crianças. Para o biomédico Renato Sabbatini, o conhecimento atual sobre os efeitos das ondas do celular sobre o cérebro infantil é insuficiente. Ele lembrou que há um grande estudo em andamento no Reino Unido para medir o impacto dos aparelhos em adolescentes, mas os resultados só vão sair em 20 anos. ""Antes disso, não vamos ter uma resposta."" Ainda que não haja certeza, Sabbatini acredita que os pais devem orientar melhor seus filhos para um uso responsável do aparelho. A situação é bem mais crítica na visão de Alvaro Salles. ""A espessura do crânio de uma criança é a metade da de um adulto. O cérebro delas tem o conteúdo de um líquido salino, que concentra mais o campo eletromagnético. E muitos dos efeitos de baixo nível [de exposição] ocorrem na multiplicação das células. Nas crianças, as células se multiplicam com maior rapidez."" Para Salles, as evidências de possíveis danos ao DNA -que poderiam levar a mutações e tumores- já são suficientes para uma mudança radical na maneira como as pessoas usam o aparelho. O engenheiro defende que os telefones deveriam vir sem alto-falantes, obrigando as pessoas a usar fones de ouvido em vez de colocar o telefone na orelha. Com a maior distância do cérebro, a exposição à radiação seria menor. ""Os fabricantes publicam alertas nos manuais para que os usuários não encostem o celular a distâncias menores que 2,5 cm da cabeça. É quase uma confissão de culpa."" Sabbatini afirma que o alerta não se aplica à cabeça, que é protegida pelo crânio. Ainda que não haja provas concretas de riscos, o oncologista Paulo Hoff acredita que precaução nunca é demais. ""Sou a favor do uso mais responsável e contido, porque as pessoas estão ficando escravas do celular."" Para o psiquiatra Elko Perissinotti, o uso do celular já é quase sinônimo de dependência. ""O ser humano tende ao abuso. Hoje, no Hospital das Clínicas, já temos tratamento para dependentes de internet. Acredito que em um ano teremos tratamento para dependentes de celular."" Hoff acredita que não chegaremos ao ponto de ter que escolher entre a tecnologia e a saúde. ""A história mostra que quando a tecnologia era importante e causou problemas, ela foi corrigida. A própria tecnologia acaba gerando sua solução."" " [+ leia mais]
Colaborador: Laura Natal
Fonte: Folha
 
 
Comparison of the stability of Y-90-, Lu-177- and Ga-68- labeled human serum albumin microspheres (DOTA-HSAM)
 
"Introduction Microparticles derived from denatured human serum albumin (DOTA-derivatized human serum albumin microspheres, or DOTA-HSAM) are attractive carriers of radionuclides for both therapeutic and diagnostic purposes. In this article, we describe a labeling procedure for diagnostic (Ga-68) and therapeutic (Y-90, Lu-177) radionuclides and report on the results of stability studies of these products. Methods DOTA-HSAM was labeled in 0.5 M ammonium acetate buffer, pH 5.0, containing 0.02 mg/ml detergent. After adding the radionuclide, the mixture was shaken for 15 min at 90°C. Labeling yields and in vitro stability were determined by thin-layer chromatography. For determination of the in vivo stability of Ga-68 and Y-90 DOTA-HSAM, the particles were injected intravenously in Wistar rats. Results Labeling yields up to 95% in the case of Ga-68 and Lu-177 were achieved. Ga-68-labeled DOTA-HSAM showed high in vitro and in vivo stability. The amount of particle-bound radioactivity of Lu-177 DOTA-HSAM declines slowly in a linear manner to approximately 72% after 13 days. For Y-90, the labeling yield decreased with increasing radioactivity level. We presume radiolysis as the reason for these findings. Conclusion The labeling of DOTA-HSAM with different radionuclides is easy to perform. The radiation-induced cleavage of the labeled chelator together with the rather short half-life of radioactivity fixation in vivo (3.7 days) is, in our opinion, opposed to therapeutic applications of DOTA-HSAM. On the other hand, the high stability of Ga-68 DOTA-HSAM makes them an attractive candidate for the measurement of regional perfusion by PET. Nuclear Medicine and Biology Volume 37, Issue 8, November 2010, Pages 861-867" [+ leia mais]
Fonte: Nuclear Medicine and Biology
 
 
Rectal Dose–Volume Histogram Parameters Are Associated With Long-Term Patient-Reported Gastrointestinal Quality of Life After Conventional and High-Do
 
"Purpose We examined whether rectal dose–volume histogram (DVH) parameters were associated with long-term patient-reported gastrointestinal (GI) quality of life (QOL) after conventional (70.2 GyE) or high-dose (79.2 GyE) radiation for prostate cancer. Methods and Materials Of 64 men with localized prostate cancer alive with a minimum 7-year follow-up after treatment as part of a randomized trial with either 70.2 GyE or 79.2 GyE of external beam radiation at Massachusetts General Hospital, 56 men (88%) returned a QOL questionnaire, and 50 of those men had DVH information. The DVH parameters of the anterior rectal wall were correlated with patient-reported long-term GI QOL using Pearson correlation and t tests. Results There was a trend toward an association between increased long-term GI dysfunction and higher V60 (p = 0.07), V65 (p = 0.06), V70 (p = 0.09), and V75 (p = 0.09). When dichotomized by their medians, a V60 > 54% (p = 0.04), V70 > 44% (p = 0.06), and V75 > 39% (p = 0.06) were associated with increased long-term GI dysfunction. There was no difference in long-term GI dysfunction between men on the conventional vs. high-dose arms (p = 0.49). Conclusions Dose–volume histogram parameters of the anterior rectal wall were associated with long-term patient-reported GI QOL after prostate radiation, whereas the dose prescribed to the prostate was not, suggesting that DVH constraints, rather than total prescribed dose, may have the greatest impact on long-term bowel dysfunction, and therefore that continued dose escalation may be feasible if appropriate dose–volume constraints are met. International Journal of Radiation Oncology*Biology*Physics Volume 78, Issue 4, 15 November 2010, Pages 1081-1085 " [+ leia mais]
Fonte: International Journal of Radiation Oncology*Biolog
 
 
Squamous Cell Carcinoma of the Anal Canal: Patterns and Predictors of Failure and Implications for Intensity-Modulated Radiation Treatment Planning
 
"Purpose Intensity-modulated radiation treatment (IMRT) is increasingly used in the treatment of squamous cell carcinoma of the anal canal (SCCAC). Prevention of locoregional failure (LRF) using IMRT requires appropriate clinical target volume (CTV) definition. To better define the CTV for IMRT, we evaluated patterns and predictors of LRF in SCCAC patients given conventional radiation treatment. Methods and Materials We reviewed records of 180 SCCAC patients treated with conventional radiation with or without chemotherapy at our institution between January 1990 and March 2007. All patients received radiation; the median primary tumor dose was 45 Gy. A total of 173 patients also received mitomycin-based chemotherapy. Results Median follow-up was 40 months. Actuarial 3-year colostomy-free survival was 89% and overall survival (OS) 88%. Actuarial 3-year LRF was 23%. A total of 45 patients had LRF, with 35 (78%) occurring locally in the primary site (25 local only, 10 local and regional); however, 20 (44%) had regional components of failure within the pelvis or inguinal nodes (10 regional only, 10 local and regional). Cumulative sites of LRF (patients may have one or more site of failure) were as follows: primary, 35; inguinal, 8; external perianal, 5; common iliac, 4; presacral, 3; distal rectum, 2; external iliac, 2; and internal iliac, 2. All patients with common iliac failure had cT3 or N+ disease. Conclusions The observed patterns of failure support inclusion of the inguinal and all pelvic nodal groups in the CTV for IMRT. In patients with advanced tumor or nodal stage, common iliac nodes should also be included in the CTV. International Journal of Radiation Oncology*Biology*Physics Volume 78, Issue 4, 15 November 2010, Pages 1064-1072 " [+ leia mais]
Fonte: International Journal of Radiation Oncology*Biolog
 
 
Clinical Management of Salivary Gland Hypofunction and Xerostomia in Head-and-Neck Cancer Patients: Successes and Barriers
 
"The most significant long-term complication of radiotherapy in the head-and-neck region is hyposalivation and its related complaints, particularily xerostomia. This review addresses the pathophysiology underlying irradiation damage to salivary gland tissue, the consequences of radiation injury, and issues contributing to the clinical management of salivary gland hypofunction and xerostomia. These include ways to (1) prevent or minimize radiation injury of salivary gland tissue, (2) manage radiation-induced hyposalivation and xerostomia, and (3) restore the function of salivary gland tissue damaged by radiotherapy. International Journal of Radiation Oncology*Biology*Physics Volume 78, Issue 4, 15 November 2010, Pages 983-991" [+ leia mais]
Fonte: International Journal of Radiation Oncology*Biolog
 
 
Localized Low-Dose Radiotherapy for Follicular Lymphoma: History, Clinical Results, Mechanisms of Action, and Future Outlooks
 
The extreme radiosensitivity of indolent lymphomas was reported in the early years of radiotherapy (RT). The efficacy of low-dose total body irradiation (1.5–2 Gy) was particularly demonstrative. Higher doses were considered appropriate for localized disease. The optimal (or conventional) dose of curative RT derived from the early studies was determined to be 30–35 Gy. Nevertheless, in older series addressing the tumoricidal radiation dose in non-Hodgkin|s lymphomas, investigators noted that a significant number of “nodular” lymphomas were controlled with a dose of <22 Gy for >3 years. The idea of reintroducing localized low-dose radiotherapy (LDRT) for indolent non-Hodgkin|s lymphomas came from a clinical observation. The first study showing the high efficacy of LDRT (4 Gy in two fractions of 2 Gy within 3 days) in selected patients with chemoresistant, indolent, non-Hodgkin|s lymphomas was published in 1994. Since this first report, at least eight series of patients treated with localized LDRT have been published, showing a 55% complete response rate in irradiated sites, with a median duration of 15–42 months. How LDRT induces lymphoma cell death remains partly unknown. However, some important advances have recently been reported. Localized LDRT induces an apoptosis of follicular lymphoma cells. This apoptotic cell death elicits an immune response mediated by macrophages and dendritic cells. Follicular lymphoma is probably an ideal model to explore these mechanisms. This review also discusses the future of LDRT for follicular lymphoma. [+ leia mais]
Fonte: International Journal of Radiation Oncology*Biolog
 
 
Inscrições para curso de aprimoramento em Física-Médica do Hospital do Câncer de Barretos
 
"O Hospital de Câncer de Barretos – Fundação Pio XII, realizará processo público de seleção para aprimoramento em Física Médica na área de Radioterapia (1 vaga), com duração de 2 anos, no dia 09 de dezembro de 2010. Informações no site: http://www.cliquecontraocancer.com.br/iep/categorias.cfm?id=15&c=especializacao--iep " [+ leia mais]
Colaborador: Lucas Radicchi
 
 
Governmental, Legal and Regulatory Framework for Safety General Safety Requirements Part 1
 
The objective of this publication is to establish requirements in respect of the governmental, legal and regulatory framework for safety. It covers the essential aspects of the framework for establishing a regulatory body and taking other actions necessary to ensure the effective regulatory control of facilities and activities utilized for peaceful purposes. Other responsibilities and functions, such as liaison within the global safety regime and on support services for safety (including radiation protection), emergency preparedness and response, nuclear security, and the State system of accounting for and control of nuclear material, are also covered. [+ leia mais]
Colaborador: Camila Salles
Fonte: Pub.IAEA
 
 
Vaga para Físico na África
 
"Vaga para um físico em Angola. Quem tiver interesse pode contactar o Físico José Carlos pelo e-mail jccruz@uol.com.br ou pelo cel: 11-99672463. "
Colaborador: José Carlos Cruz
 
 
Brasil vence Olimpíada Ibero-Americana de Física
 
"Pelo terceiro ano consecutivo, a equipe brasileira é a campeã geral da Olimpíada Ibero-Americana de Física (OIbF), competição destinada a alunos do ensino médio e cujas eliminatórias se dão pela Olimpíada Brasileira de Física (OBF). A 15ª edição do torneio foi realizada no Panamá, de 26 de setembro a 2 de outubro, ocasião em que a equipe formada pelos estudantes Danilo de Albuquerque, Elder Yoshida, Lucas Souza e Matheus de Paula conquistou quatro medalhas de ouro, colocando o Brasil no primeiro lugar da competição. Os quatro haviam sido selecionados na OBF 2008, enquanto cursavam a 1ª série do ensino médio. Desde então, passaram por treinamentos e foram acompanhados pela Comissão de Preparação da OBF. No final desse processo, os quatro tiveram aulas teóricas e experimentais durante uma semana no Instituto de Física da Universidade de São Paulo (USP), no campus de São Carlos (SP). Destinada a alunos do último ano do ensino médio, a OIbF reuniu 71 competidores de 17 países da América Latina, mais Portugal e Espanha. Cada nação pode enviar, no máximo, quatro estudantes. A OBF também seleciona alunos para a International Physics Olympiad (IPhO) que este ano reuniu 380 estudantes de 82 países, em julho na Croácia. Naquela competição, a equipe brasileira formada pelos alunos Cássio dos Santos Sousa, Filipe Rodrigues de Almeida Lira, Gustavo Haddad Francisco Braga, Rodrigo Alencar e Rodrigo Silva conquistou cinco medalhas de bronze. Atualmente, o Brasil é o país da América Latina com o maior número de medalhas na IPhO e na OIbF." [+ leia mais]
Fonte: Agência FAPESP
 
 
Goldemberg ganha prêmio Ernesto Illy
 
"O professor José Goldemberg, do Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo, é o ganhador do Prêmio de Ciência de Trieste Ernesto Illy. A distinção foi entregue nesta terça-feira (19/10), em Hyderabad (Índia), pelo primeiro-ministro do país, Manmohan Singh. O prêmio, no valor de US$ 100 mil, é concedido anualmente a pesquisadores de países em desenvolvimento por contribuições importantes à ciência e tem o apoio da illycaffè, da Fundação Ernesto Illy e da Academia de Ciências do Mundo em Desenvolvimento (TWAS). “Esse prêmio concede uma satisfação muito grande. É um reconhecimento sério, que vem de cientistas que partilham e identificam o real valor da pesquisa, sem qualquer interesse político”, disse Goldemberg. Um dos maiores especialistas em energia no mundo, Goldemberg é conhecido defensor do uso de novas tecnologias para promover o desenvolvimento sustentável. Em artigo publicado na revista Science, em 1978, Goldemberg e colegas apresentaram uma série de evidências científicas demonstrando que biocombustíveis, então derivados da cana-de-açúcar, poderiam reduzir o uso de combustíveis fósseis no Brasil. “Na época, os esforços para desenvolver biocombustíveis no Brasil foram, em grande parte, justificados pela segurança energética. Nossa pesquisa demonstrou que a produção de biocombustíveis não somente reduziria o uso e a dependência do combustível fóssil, como também ajudaria a reduzir a poluição do ar e as emissões de gases do efeito estufa”, disse. Ao verificar o positivo equilíbrio fornecido pela energia dos biocombustíveis, levando em consideração o benefício ambiental e o potencial energético, os estudos reforçaram o apoio ao programa brasileiro de biocombustíveis, ajudando a garantir sua viabilidade a longo prazo. Atualmente, o Brasil produz mais de 25 bilhões de litros de etanol de cana-de-açúcar por ano e mais da metade dos veículos de pequeno porte no país utilizam etanol. “Em um mundo cada vez mais preocupado com o futuro abastecimento de energia e com o aquecimento global, o contínuo desenvolvimento de biocombustíveis provavelmente irá se revelar um ingrediente essencial ao crescimento econômico sustentável”, disse Goldemberg. Doutor em ciências físicas pela USP, Goldemberg foi reitor da universidade de 1986 a 1990. Foi presidente da Companhia Energética de São Paulo e da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, ministro da Educação, secretário do Meio Ambiente da Presidência da República e secretário do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, entre diversos outros cargos. Como professor ou pesquisador esteve nas universidades de Paris (França), Princeton e Stanford (Estados Unidos) e Toronto. Foi selecionado pela revista Time como um dos 13 “Heroes of the Environment” em 2007. Recebeu o Blue Planet Prize 2008, da Asahi Glass Foundation. Em 2007, copresidiu o painel de estudos do InterAcademy Council (IAC), responsável pelo relatório Lighting the Way: Towards a Sustainable Energy Future. Em 2009, outro brasileiro foi reconhecido pelo Prêmio de Ciência de Trieste Ernesto Illy. Carlos Clemente Cerri, professor titular e pesquisador do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena) da USP, foi agraciado pelo estudo pioneiro do impacto climático das práticas agropecuárias sobre o clima, especialmente no Brasil, que ampliou a discussão sobre a estreita relação entre a agricultura, o clima e o meio ambiente. O Prêmio Ernesto Illy abordará em 2011 a área de ciência de materiais e, no ano seguinte, de saúde humana." [+ leia mais]
Fonte: Agência FAPESP
 
 
Nova técnica para diagnóstico de câncer
 
"A Clínica de Dermatologia do Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em parceria com a Faculdade de Odontologia da USP, iniciou um novo procedimento para o diagnóstico precoce do câncer labial e do câncer de pele. Segundo o HC, o método permite estudar alterações celulares das camadas superficiais da pele e da mucosa oral de forma criteriosa e não invasiva. Inédito na América do Sul, o exame é feito com um microscópio confocal, o único existente no Brasil. A tecnologia é semelhante a um aparelho de ultrassom. Em contato com a mucosa oral, o aparelho emite um laser, não lesivo, escaneia a área com suspeita de lesão e encaminha as imagens, em preto e branco, para um computador. A ampliação das imagens possibilita examinar as alterações celulares e indicar outros exames complementares, como a biópsia, quando preciso. Cerca de 50 pacientes em tratamento na Clínica de Dermatologia com suspeita de câncer labial serão os primeiros a serem beneficiados com o novo exame. Segundo o HC, a inovação não substituirá a biopsia – o exame mais utilizado para o diagnóstico do câncer da mucosa oral e da pele –, mas permitirá a avaliação de mais áreas lesadas, sem a necessidade de cortes ou anestesias. O método poderá ser útil no processo de retirada do tecido, por captar as alterações celulares das camadas superficiais da pele e da mucosa com precisão." [+ leia mais]
 
 
Desafio do glioma
 
"A ciência ainda sabe pouco sobre os mecanismos de desenvolvimento dos gliomas e de outros tipos de câncer cerebral. Mas, nos últimos anos, estudos in vivo e in vitro demonstraram que determinados ácidos graxos poliinsaturados (AGPI) inibem a proliferação desses tumores e induzem à morte celular, além de aumentar a eficácia da radioterapia e da quimioterapia. Um grupo de cientistas da Universidade de São Paulo (USP) está trabalhando para compreender o metabolismo dessas células tumorais e, a partir daí, identificar alvos para o desenvolvimento de novas drogas antitumorais com base em AGPI como os eicosanoides e os ácidos gama-linolênicos. Durante o 15º Congresso da Sociedade Brasileira de Biologia Celular, realizado de 24 a 27 de julho, em São Paulo, Alison Colquhoun, coordenadora do Laboratório de Metabolismo da Célula Tumoral do Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, apresentou uma síntese do conhecimento gerado por sua equipe nos últimos anos sobre gliomas, morte celular e a potencial utilidade dos AGPI para tratamentos neuroncológicos. Alison, que é professora do Departamento de Biologia Celular e do Desenvolvimento do ICB-USP, discutiu o mesmo tema em artigo de revisão que será publicado na edição de agosto da revista Molecular Neurobiology. A versão on-line já está disponível. Seus estudos sobre o metabolismo de células tumorais vêm sendo desenvolvidos ao longo de toda a sua carreira, mas nos últimos cinco anos o foco do laboratório tem sido dirigido aos gliomas e outros tumores cerebrais." [+ leia mais]
Fonte: Agência FAPESP
 
 
Pesquisa transforma pele em sangue
 
"Um grupo de cientistas do Canadá descobriu como fazer sangue a partir da pele. Os pesquisadores conseguiram converter fibroblastos humanos diretamente em geradores de sangue, sem a necessidade de que as células passem por um estágio pluripotente (de diferenciação para um tecido). A novidade foi descrita em artigo publicado neste domingo (7/11) no site da revista Nature. A capacidade de reprogramar células em um estado pluripotente tem sido limitada pela falta de compreensão do processo por meio do qual essas células se especializam. Mickie Bhatia e colegas da Universidade McMaster usaram o fator de transcrição OCT4 junto com um tratamento específico com citocinas (proteínas ou peptídeos que podem ser produzidos por diversas células) para gerar, em laboratório, progenitores capazes de dar origem a uma ampla gama de células sanguíneas maduras. As células foram derivadas diretamente de fibroblastos de tecido conjuntivo, sem que primeiramente ocorresse a pluripotência. Ou seja, foi possível obter sangue a partir da pele sem precisar do estágio intermediário de produzir células pluripotentes a partir de células-tronco da pele. Segundo os autores, a conquista poderá levar ao desenvolvimento de fontes de células para aplicações clínicas. No futuro, pacientes que precisem de sangue para cirurgia, tratamento de câncer, anemia ou outra condição poderão ser capazes de ter o sangue criado a partir de células de sua própria pele. O grupo estima começar testes clínicos a partir de 2012." [+ leia mais]
Colaborador: Laura Natal
Fonte: Agência FAPESP
 
 
Inscrições para curso de aprimoramento em Física-Médica do Hospital do Câncer de Barretos
 
Inscrições para aprimoramento em Física-Médica/Radioterapia do Hospital de Câncer de Barretos. Mais informações: http://www.cliquecontraocancer.com.br/hc/radioterapia/EDITAL_2010_2011.pdf [+ leia mais]
Colaborador: Francisco Américo Silveira Marcelino
 
 
IX ENCONTRO DE TÉCNICOS E TECNÓLOGOS DE RADIOLOGIA DA ALTA NOROESTE
 
"IX ENCONTRO DE TÉCNICOS E TECNÓLOGOS DE RADIOLOGIA DA ALTA NOROESTE Informações: CETEA - Centro de Ensino e Tecnologia de Araçatuba R.: Humaitá, 231 - Araçatuba/SP www.cetea.com.br / (18) 3622-5760" [+ leia mais]
Colaborador: Cecília Haddad
Fonte: CETEA - Centro de Ensino e tecnologia de Araçatuba
 
 
Concurso para Físico
 
"A UNICAMP realizará, no final de novembro, concurso para físico com experiência em radioterapia para atuar nos serviços de Radioterapia do HC e do CAISM em conjunto com a Área de Física Médica do CEB. O período de inscrições, que podem ser feitas pela internet, vai de 18/10 a 03/11. O edital com as informações está disponível no endereço abaixo com o número 97/2010. www.siarh.unicamp.br/concurso/InscricoesAbertas.jsf " [+ leia mais]
Colaborador: Rosângela F. Coelho
Fonte: SIARH UNICAMP
 
 
Prazo para envio de trabalhos e painéis 8th Annual Meeting HTAI 2011
 
"September 6th, 2010 Call for abstracts and parallel panel sessions submissions November 15th, 2010 Deadline for parallel panel sessions submissions January 17th, 2011 Deadline for abstract submissions January 15th, 2011 Registration starting April 30th, 2011 Deadline for early registration" [+ leia mais]
Colaborador: Cecília Haddad
Fonte: www.htai2011.org
 
 
Alta resolução por feixes de luz
 
"Agência FAPESP – A final do campeonato gaúcho deste ano alcançou uma audiência muito maior do que a soma dos torcedores gremistas e colorados e com uma grande novidade. A partida foi transmitida em altíssima resolução por meio da tecnologia de cinema digital 4K, que tem 4096 x 2160 pixels, mais do que o dobro dos televisores atuais full HD. A conquista do Grêmio foi vista simultaneamente em três dimensões em São Paulo, em San Diego (Estados Unidos) e em Tóquio (Japão), com transmissão por redes de fibras ópticas. O processo foi feito por pesquisadores da Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, que participam do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Fotônica para Comunicações Ópticas (Fotonicom), que tem apoio da FAPESP e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Esses e outros avanços proporcionados pela comunicação por feixes de luz foram apresentados no Workshop Fotonicom/Cepof, realizado nos dias 5 e 6 de novembro em Atibaia (SP) e organizado pelo Fotonicom e pelo Centro de Pesquisa em Óptica e Fotônica de Campinas (Cepof), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (Cepid) da FAPESP. O evento teve como objetivo reunir os diversos grupos brasileiros que trabalham com pesquisas em óptica e em fotônica para trocar informações e transferir conhecimentos. “Também queremos ajudar os grupos a desenvolver trabalhos avançados nessas áreas por meio da interação com pesquisadores no Brasil e no exterior”, disse Hugo Fragnito, coordenador do Cepof e do Fotonicom e professor titular do Instituto de Física Gleb Wataghin da Universidade Estadual de Campinas (IFGW-Unicamp), à Agência FAPESP. Fragnito abriu o evento apresentando as principais conquistas do centro durante o último ano nas áreas de software, hardware e aplicações de fibras ópticas. Um exemplo foi a biofotônica, ramo que emprega tais tecnologias em terapias e na geração de imagens médicas. Assim como a eletrônica usa o elétron para processar e transmitir sinais, a fotônica trabalha com o fóton, uma minúscula fração de luz que se comporta como partícula e como onda ao mesmo tempo e pode aumentar muito a velocidade dos sistemas de comunicação e, no futuro, do processamento dos computadores. Fragnito também mostrou a expansão da rede óptica paulista KyaTera, financiada pela FAPESP e que aumentou mais de mil quilômetros nos últimos 12 meses, atingindo o oeste do Estado de São Paulo. Entre os palestrantes convidados no workshop esteve a norte-americana Michal Lipson, da Universidade Cornell, especialista em fotônica do silício, área que busca desenvolver processadores e outros componentes que utilizam fótons no lugar de elétrons. Segundo Michal, seus esforços estão em criar componentes fotônicos que atuem no lugar dos similares eletrônicos, especialmente na comunicação de dados. “A fotônica tem a vantagem de não necessitar de tanta energia para a transmissão de sinais, diferentemente do que ocorre com os fios de cobre”, disse. O britânico Philip Russel foi convidado para falar no workshop sobre suas pesquisas no Instituto Max Planck, na Alemanha. Na década de 1990, enquanto estava na Universidade de Bath, na Inglaterra, ele desenvolveu a fibra de cristal fotônico (PCF, em inglês). Feita de diferentes materiais e apresentando uma estrutura nova, as PCFs permitiram avanços tanto no desempenho de equipamentos como no desenvolvimento de novos componentes fotônicos. “A PCF permite manipular diversas propriedades ópticas que com a fibra tradicional não era possível”, explicou o professor Arimar Cerqueira Sodré Júnior, da Faculdade de Tecnologia da Unicamp, no campus de Limeira. Sodré ressalta que a nova fibra representou um salto expressivo nas pesquisas da área e encontrou novas aplicações como lasers específicos para terapias de câncer, aparelhos de tomografia óptica e sensores distribuídos. Esses sensores conectados ao longo de uma PCF podem, por exemplo, indicar o local exato de um vazamento em um gasoduto, algo que outras tecnologias não alcançavam com tanta eficiência. Sodré ressaltou que a fotônica está em muitos lugares, nas transmissões celulares, de televisão e na medicina. Sem ela, também não haveria internet. Além disso, as transmissões de televisão em alta definição só serão possíveis por meio das redes ópticas. “Isso impõe um desafio gigantesco ao Brasil, uma vez que, para transmitir os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo, será necessário aumentar e muito a infraestrutura e a capacitação profissional em fotônica”, disse. O professor da Unicamp teme um “apagão de mão de obra” na área. “Isso já ocorre hoje. O mercado pede muito mais profissionais do que estamos conseguindo formar”, destacou. " [+ leia mais]
Colaborador: Laura Natal
Fonte: Agência FAPESP
 
 
Ultrafast treatment plan optimization for volumetric modulated arc therapy (VMAT)
 
"Purpose: To develop a novel aperture-based algorithm for volumetric modulated arc therapy (VMAT) treatment plan optimization with high quality and high efficiency. Methods: The VMAT optimization problem is formulated as a large-scale convex programming problem solved by a column generation approach. The authors consider a cost function consisting two terms, the first enforcing a desired dose distribution and the second guaranteeing a smooth dose rate variation between successive gantry angles. A gantry rotation is discretized into 180 beam angles and for each beam angle, only one MLC aperture is allowed. The apertures are generated one by one in a sequential way. At each iteration of the column generation method, a deliverable MLC aperture is generated for one of the unoccupied beam angles by solving a subproblem with the consideration of MLC mechanic constraints. A subsequent master problem is then solved to determine the dose rate at all currently generated apertures by minimizing the cost function. When all 180 beam angles are occupied, the optimization completes, yielding a set of deliverable apertures and associated dose rates that produce a high quality plan. Results: The algorithm was preliminarily tested on five prostate and five head-and-neck clinical cases, each with one full gantry rotation without any couch/collimator rotations. High quality VMAT plans have been generated for all ten cases with extremely high efficiency. It takes only 5–8 min on CPU (MATLAB code on an Intel Xeon 2.27 GHz CPU) and 18–31 s on GPU (CUDA code on an NVIDIA Tesla C1060 GPU card) to generate such plans. Conclusions: The authors have developed an aperture-based VMAT optimization algorithm which can generate clinically deliverable high quality treatment plans at very high efficiency." [+ leia mais]
Colaborador: Laura Natal
Fonte: Med. Phys. 37, 5787 (2010); doi:10.1118/1.349167
 
 
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