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ABFM NEWS - GERAL
 
Schrödingers mousetrap
 
Part 8: The outcast. [+ leia mais]
Fonte: Nature
 
 
Nota de falecimento da SBF - César Lattes
 
"Prezado Sócio,
É com pesar e tristeza que a SBF comunica o falecimento de um dos mais importantes físicos brasileiros Prof. César Mansueto Giulio Lattes, aos 80 anos, ocorrido ontem em Campinas.
Prof. Lattes foi um dos responsáveis pelo descobrimento da partícula meson pi. Além da sua brilhante carreira como cientista teve uma participação importante na criação do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas-CBPF e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científicos e Tecnológicos-CNPq.
Prof. Lattes sempre será lembrado pelo desenvolvimento da ciência no país.
Informamos que o velório está sendo realizado no Cemitério Parque Flamboyant, Alameda dos Flamboyant, s/nº Jardim das Palmeiras em Campinas, e o enterro será no mesmo local, hoje 09/03 as 16h45."
Fonte: SBF
 
 
Morre Cesar Lattes, maior físico experimental do Brasil
 
"

Morreu às 15h40 no Hospital das Clínicas da Unicamp, em Campinas, Cesare Mansueto Giulio Lattes, 80, um dos descobridores da partícula subatômica méson pi (ou píon), considerado por isso o maior físico experimental brasileiro. Ele também foi um dos fundadores do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), que deu enorme impulso a essa área de pesquisa fundamental no país, e teve participação importante na criação do Conselho Nacional de Pesquisas (CNPq), hoje Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.

A maioria dos pesquisadores brasileiros, nesta terra sem memória, conhece seu nome apenas por causa da Plataforma Lattes, o banco de dados do CNPq que hospeda os diretórios de grupos de pesquisa nacionais e os chamados currículos Lattes (resumos detalhados das carreiras dos cientistas). O ápice de sua carreira se deu com a descoberta do píon, em 1947, em colaboração com G.Occhialini e C.F.Powell. Eis o que diz sua biografia no sítio do CBPF:

""Ingressou no Departamento de Física da Faculdade de Filosofia e Ciências e Letras da USP, concluindo o Bacharelado em 1943; recebeu desta Universidade o Título de Doutor Honoris Causa em 1948. É Professor Titular aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e da Universidade Estadual de Campinas.

""Sua carreira científica teve início em meados dos anos 40, no então Departamento de Física da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, quando publicou trabalho científico sobre a abundância de núcleos no universo, sob a orientação de Gleb Wataghin.

""Desde então teve seu nome ligado a resultados científicos da maior repercussão e a iniciativas das mais fecundas para o progresso da ciência no Brasil e na América do Sul. A descoberta do píon em 1947, em colaboração com G.Occhialini e C.F.Powell, foi o marco em sua carreira que se fez acompanhar das mais significativas conseqüências.

""De um lado a descoberta revelava a partícula, presumivelmente, responsável pelo comportamento das forças nucleares. O alcance desse feito ultrapassou as fronteiras da ciência fundamental dadas as expectativas que então revestiam qualquer ampliação de conhecimentos nesses domínios; o desenvolvimento da energia nuclear, no pós-guerra, demandava formulações que o aliviassem do empirismo oneroso e, muitas vezes, arriscado com que vinha se fazendo. A produção artificial daquela partícula, em 1948, ainda por Lattes mas agora em associação com Eugene Gardner, no recém-construido sincro-ciclotron da Universidade da Califórnia, em Berkeley, marcou o início de formidável corrida para a construção de aceleradores mais e mais potentes que caracterizou a física nuclear do pós-guerra.”

Biografia de César Lattes

Cesare Mansueto Giulio Lattes nasceu em Curitiba a 11 de julho de 1924, filho de Giuseppe Lattes e de D. Carolina Maria Rosa Lattes. É casado com D. Martha Siqueira Neto Lattes, tem quatro filhas e nove netos.

Fez seu estudos, primários na Escola Americana de Curitiba entre 1929 e 1933, e secundário no Instituto Médio Dante Alighieri, em São Paulo, de 1934 a 1938. Ingressou no Departamento de Física da Faculdade de Filosofia e Ciências e Letras da USP, concluindo o Bacharelado em 1943; recebeu desta Universidade o Título de Doutor Honoris Causa em 1948. É Professor Titular aposentado da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e da Universidade Estadual de Campinas.

Sua carreira científica teve início em meados dos anos 40, no então Departamento de Física da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras da Universidade de São Paulo, quando publicou trabalho científico sobre a abundância de núcleos no universo, sob a orientação de Gleb Wataghin.

Desde então teve seu nome ligado a resultados científicos da maior repercussão e a iniciativas das mais fecundas para o progresso da ciência no Brasil e na América do Sul. A descoberta do píon em 1947, em colaboração com G.Occhialini e C.F.Powell, foi o marco em sua carreira que se fez acompanhar das mais significativas conseqüências.

De um lado a descoberta revelava a partícula, presumivelmente, responsável pelo comportamento das forças nucleares. O alcance desse feito ultrapassou as fronteiras da ciência fundamental dadas as expectativas que então revestiam qualquer ampliação de conhecimentos nesses domínios; o desenvolvimento da energia nuclear, no pós-guerra, demandava formulações que o aliviassem do empirismo oneroso e, muitas vezes, arriscado com que vinha se fazendo. A produção artificial daquela partícula, em 1948, ainda por Lattes mas agora em associação com Eugene Gardner, no recém-construido sincro-ciclotron da Universidade da Califórnia, em Berkeley, marcou o início de formidável corrida para a construção de aceleradores mais e mais potentes que caracterizou a física nuclear do pós-guerra.

De outro lado, amplas aberturas no terreno da institucionalização da ciência, no Brasil e na América do Sul, acompanharam essa descoberta, ligadas diretamente ao regresso e permanência definitiva de Lattes no continente sul-americano.

Lidera um grupo científico que em 1949 criou o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas, Instituto que polarizou e agasalhou iniciativas como a da formação do Instituto de Matemática Pura e Aplicada, a da Escola Latino-Americana de Física, o Centro Latino-Americano de Física, enquanto se destacava pela atividade de pesquisas em nível internacional, pelas medidas de modernização dos currículos de ensino da física e as de formação do pessoal que constitui hoje parcela ponderável da liderança científica atuante na física brasileira.

No mesmo ano, junto com colegas bolivianos, cria em La Paz, as condições para o que viria a ser o Laboratório de Físicas Cósmicas, a partir de uma velha estação de observações meteorológicas, onde obtivera os registros dos eventos que levaram à descoberta do píon. Cedo esse Laboratório se transformava em centro científico do maior interesse internacional, abrigando em suas dependências equipamentos e cientistas de todas as partes do mundo que ali escreveram importantes capítulos do conhecimento sobre a radiação cósmica.

Ambas as instituições resistiram aos duros testes do tempo, tendo o Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas sido absorvido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do governo brasileiro, e o Laboratório de Chacaltaya, hoje Laboratório de Física Cósmica, pela Universidad Mayor de San Andrés, constituindo o principal organismo de seu Instituto de Física.

Sua atuação no Brasil durante os primeiros anos teve, também, papel importante na catalização dos esforços que levaram finalmente à criação do Conselho Nacional de Pesquisas - atual Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - em 1951. Pela criação de um órgão com suas características lutava de há muito a comunidade científica brasileira, constituída em sua maioria por pesquisadores nas ciências biológicas; a eles vieram se aliar grupos de interessados no desenvolvimento da tecnologia nuclear, mas sem poder de transação com a burocracia, face à escassa tradição e à falta de autoridade científica reconhecida naqueles domínios. O Conselho Nacional de Pesquisas deu novo impulso à pesquisa científica e tecnológica no Brasil, tendo contado com Lattes na composição de seu primeiro Conselho Diretor.

Diretor Científico do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas desde a fundação, e principal consultor científico nos primeiros anos do Laboratório de Chacaltaya, deixa esses encargos em 1955 para uma curta temporada nos Estados Unidos. Recusando convites os mais honrosos, como o de substituir o falecido Enrico Fermi na chefia do seu Instituto na Universidade de Chicago, retorna ao Brasil dois anos depois para criar, na USP, um laboratório para estudos de interações a altas energias na radiação cósmica. Participa, em 1962, do grupo pioneiro que organizava a Universidade Estadual de Campinas, transferindo-se para essa cidade no ano seguinte e dando início à formação de seu Instituto de Física. Em curto período essa universidade conquistou elevado conceito nos meios universitários brasileiros e, em particular, seu instituto de física é creditado como dos melhores no Brasil, cercado de grande prestígio e projeção internacional.

Não obstante a singular repercussão da descoberta do píon, as contribuições não esgotam, absolutamente, nesse memorável feito. Dono de rara versatilidade seus trabalhos incluem contribuições do maior mérito em variados campos da física moderna, desde pesquisas teóricas sobre as origens e abundância de espécies nucleares no universo e eletrodinâmica clássica, até desenvolvimentos instrumentais, na área das emulsões nucleares, estes últimos cercados de auspiciosas aberturas; como membro do grupo de Bristol, na segunda metade dos anos 40, é participante da brilhante seqüência de desenvolvimentos que culminaram na elevação das emulsões nucleares, antes precários dispositivos de registro ionográficos, à categoria de instrumentos de medição. Esses trabalhos não somente viabilizaram a descoberta do píon,como propriedades físicas. A partir de 1962 lidera a reunião de grupos brasileiros e japoneses num projeto de longo alcance sobre interações a altas energias na radiação cósmica: a Colaboração Brasil-Japão. Desde então os resultados pioneiros desse grupo, em domínios então fora do alcance dos mais potentes aceleradores em operação ou em projeto, ganharam elevado prestígio nos meios científicos internacionais, considerados como promissoras aberturas para expansão das fronteiras da física moderna.

Membro da Academia Brasileira de Ciências, da União Internacional de Física Pura e Aplicada, do Conselho Latino-Americano de Raios Cósmicos, das Sociedades Brasileira, Americana, Alemã, Italiana e Japonesa de Física, entre outras associações, ocupou numerosas vezes posições de conselheiro, quando contribuiu com sua experiência e visão pioneira para a formulação de políticas e diretrizes de ação. Tem sido alvo de repetidas homenagens por parte de organizações oficiais e privadas no Brasil e no exterior e inúmeras vezes foi escolhido paraninfo ou patrono de contigentes de novos estudantes, formandos em ciências exatas e aplicadas. Entre prêmios, medalhas e comendas, recebeu, no Brasil, o Prêmio Einstein de 1950, o Prêmio Fonseca Costa, do CNPq, em 1958, a Medalha Santos Dumont em 1989, a Medalha comemorativa dos 25 anos da SBPC e placa comemorativa dos 40 anos dessa sociedade, o símbolo do Município de Campinas, em 1992, e muitos outros. Orgulha-se, particularmente, da iniciativa de dezenas de municípios brasileiros que lhe deram o nome a escolas municipais, bibliotecas, praças, ruas.

Sua atuação no continente sul-americano foi reconhecida pelo governo boliviano, que lhe concedeu o título de cidadão honorário daquele país, em 1972, pelo governo da Venezuela, que lhe conferiu a comenda Andrés Bello em 1977, e pela Organização dos Estados Americanos, que lhe outorgou o prêmio Bernardo Houssay, em 1978; em 1987 recebeu o Prêmio de Física da Academia do Terceiro Mundo.

Pessoa simples, oferece o calor de sua intimidade indistintamente a quantos o procuram; vê com acentuada preocupação os usos destorcidos dos conhecimentos científicos no mundo moderno e manifesta suas opiniões sem reverências, à revelia de preconceitos e interesses menores. Observa com o píons que descobriu. Esta será, talvez, a maior gratificação que espera receber de sua vida devotada ao progresso da ciência e combate ao subdesenvolvimento. " [+ leia mais]

Colaborador: José Júlio Rozental
Fonte: UOL
 
 
Físico atacou proliferação nuclear
 
"Bethe foi, nos anos 1940, chefe da divisão teórica do Laboratório Nacional de Los Alamos, que construiu as bombas jogadas sobre Hiroshima e Nagazaki. " [+ leia mais]
Fonte: Jornal da Ciência
 
 
Lançamento do Prêmio Finep - Região Sudeste acontece nesta quarta-feira em BH
 
Em 2005, o Prêmio Finep expande suas fronteiras. Além de duas novas categorias (Inovação Social e Inventor Inovador), o evento se torna parte de uma iniciativa mais ampla: a Ação Integrada para a Inovação Tecnológica. [+ leia mais]
Fonte: Jornal da Ciência
 
 
Áreas do conhecimento serão redefinidas por Comissão Especial de Estudo
 
"Em portaria publicada no Diário Oficial da União do dia 4, foi constituída uma Comissão Especial de Estudos com o objetivo de propor uma nova tabela de classificação das áreas do conhecimento do CNPq, Finep e da Capes. " [+ leia mais]
Fonte: Jornal da Ciência
 
 
OEI e Universidades realizam curso de formação de professores a distância
 
As inscrições já estão abertas. [+ leia mais]
Fonte: Jornal da Ciência
 
 
Mulheres já são maioria em mestrado e doutorado
 
Aumenta a participação das mulheres em todos os níveis de escolaridade. [+ leia mais]
Fonte: Jornal da Ciência
 
 
Brasil perde Lattes
 
O físico Cesar Lattes, descobridor dos mésons pi e um dos brasileiros que mais próximo chegaram ao Prêmio Nobel, morreu nesta terça (8/3), em Campinas (SP), aos 80 anos. [+ leia mais]
Fonte: Fapesp
 
 
Hans Bethe Dies (1906-2005)
 
"Hans Bethe, a scrupulously open-minded Nobel Prize winner who was perhaps the last survivor of the scientific titans who created nuclear physics and nuclear weapons, died March 5 at his home in Ithaca, N.Y., near Cornell University. He was 98.
His wife, Rose, daughter of a famed German university professor, said he died of congestive heart failure.
Dr. Bethe Nobel Prize, awarded in 1967, came for work that stirred the imagination: He explained with pencil and paper how starlight is produced and what makes the sun shine.
What he described in detail in the 1930s were thermonuclear reactions of a kind that would later make possible the hydrogen bomb.
Dr. Bethe, a man viewed as a genius by colleagues and co-workers who were themselves regarded as among the most brilliant figures of their time, was also a principal figure in the development of the atom bomb, which ended World War II.
At Los Alamos, the secret New Mexico laboratory where the A-bomb was designed and built during the war, Dr. Bethe, esteemed for his knowledge and his reliability, was named to head the theoretical division.
After having met him in Europe as a young man, Edward Teller, known as the father of the hydrogen bomb, said Dr. Bethe had the most comprehensive knowledge of theoretical physics that I had ever encountered.
Among the luminaries of 20th-century physics, Dr. Bethe was acknowledged to be in the front rank, serving as teacher, colleague and friend, and as a beacon in some of the moral confusions that sometimes accompanied their accomplishments.
The celebrated Richard Feynman worked for him at Los Alamos and studied with him at Cornell. Dr. Bethe testified for J. Robert Oppenheimer, who headed the atom bomb project, at Oppenheimers security hearing; he gave a eulogy at Oppenheimers 1967 funeral.
A participant in the postwar public debate over weapons policy, he appeared able to take strong stands without alienating his friends on the other side, and without depriving them of credit for their abilities and achievements.
He was widely regarded as the conscience of the nuclear science community.
When he first spoke in favor of limits on bomb testing, his impeccable reputation gave immediate credibility to that position.
He was also considered one of the most persuasive opponents of many of the schemes proposed in the 1980s to provide a shield against nuclear-armed missiles.
Nuclear physics, which was to seize the popular imagination in the second half of the 20th century, was in its infancy in the 1930s, when Dr. Bethe, in a literal sense, wrote the book on it.
The three long articles he produced in the late 1930s were the definitive guide for those probing the mysteries of the field. The articles, taken together, were known familiarly as The Bethe Bible.
Like his wife, Hans Albrecht Bethe ( pronounced, BAY-tuh) was descended from an academic family. He was born July, 2, 1906, in Strasbourg, in Alsace-Lorraine, an area that had long been a zone of contention between France and Germany.
University professors had been in his family tree for generations. His father was a physiologist, and his mother and grandmother were professors children.
After a secondary education in Frankfurt, at a school named for the poet Goethe, Dr. Bethe went on to the University of Frankfurt and then obtained a PhD at the University of Munich. This degree was conferred in 1928, at the time when physics was in ferment over the development of quantum mechanics, a revolutionary way of describing nature at its most elemental levels.
Seizing upon the possibilities of this new doctrine, he applied it before the 1920s had ended to some of the perplexing problems of the behavior of electrons as they bounce around among the atoms making up crystals.
He taught physics in Frankfurt, then in Stuttgart. He lectured in Munich and worked under pioneering nuclear physicist Sir Ernest Rutherford at Britains Cambridge University. He also came in contact with Enrico Fermi and Niels Bohr, other figures from the physics pantheon.
His career appeared to reflect in part the academic inclinations of his ancestors. In the 1930s, another aspect of his ancestry helped determine the course of his life. Hitler was coming to power in Germany, and Dr. Bethes mother was Jewish.
By 1935 he was at Cornell, where he would remain for the next 70 years and which he would help to rapidly become one of the East Coasts centers of physics.
He was often described as careful, meticulous, methodical, even austere in his work habits. Colleagues said that he prepared his masterful summary of nuclear physics by sitting in a room at a desk.
At one end of his desk was a stack of blank paper. Hour by hour, day after day, he took a sheet from the stack, covered it with words and equations, and deposited it on the other end of the desk.
Thus was written the Bethe Bible, which appeared in a publication called the Reviews of Modern Physics.
Teller said it contained everything then known about nuclear physics -- which, he said, meant everything that Bethe knew.
About this time, Bethe and another scientist worked out in detail the process of nuclear fusion by which the sun generates its energy, producing heat and light.
He also elucidated a somewhat different mechanism by which some stars give their light. The multistage process known as the carbon cycle, required about six weeks for him to delineate. Although it has been said that many of his accomplishments merited it, this was the one that won him the Nobel Prize.
His students at Cornell recalled his patience, warmth and booming laugh. Not only that, but 70 years ago, nuclear scientists knew the delights of road trips.
In 1937, an important physics conference was being held at Stanford University. Teller and his wife went with Bethe and his spouse. According to Teller, we all piled into Hanss car and drove across the nation.
Dr. Bethe became an American citizen in 1941, and the next year was among the handful of top scientists invited by Oppenheimer to Berkeley, Calif., for discussions on designing an atomic bomb.
The fission bomb had to be done, Dr. Bethe later told a biographer, because the Germans were presumably doing it.
This led to the creation of Los Alamos, where Dr. Bethe, as head of the theoretical division, led some of the worlds best physicists in the complex calculations that were essential to building a workable bomb. Later, scientists would gather to watch him compete with Feynman in computation contests.
After the war, he returned to the academic world, appearing to hold the position that the bomb already built should be sufficient to maintain peace. He rejected Tellers early pleas to return to Los Alamos to work on the more powerful thermonuclear weapon.
Eventually, however, he did work on it, after being persuaded of its necessity. Once described as a dove, he told an interviewer, as quoted in a newspaper, that a better description would be a tough dove.
He sought to avoid taking what he perceived as extremist positions in the arms control debates of the 1950s, and, ever the pragmatist, worked to develop blast detection systems that could be used to enforce bans on testing. He saw possible value in the use of fission to generate electricity.
He served on the Presidents Science Advisory Committee from 1956 to 1964 and received the government|s Fermi Award.
Serene and energetic, he kept active as he grew older. At the age of 93, he gave three lectures to neighbors at an Ithaca retirement community. The topic was quantum theory.
In addition to his wife, survivors include two children. "
Colaborador: José Júlio Rozental
Fonte: Washington Post
 
 
Nova pesquisa de opinião - ABFM em Foco
 
Você gostou do ABFM em Foco? Não deixe de manifestar a sua opinião bem como apresentar seus comentários e sugestões. A participação de todos os sócios é imprescindível para a nossa Associação. [+ leia mais]
Colaborador: Homero Lavieri Martins
 
 
New book from IAEA - Determination of Human Pathogen Profiles in Food by Quality Assured Microbial Assays TECDOC 1431
 
This publication includes the results of a Coordinated Research Project (CRP) on "Determination of Human Pathogen Profiles in Food by Quality Assured Microbial Assays". Major food microbial contaminants were identified in some of the main foods exported in the international food market. Thousands of samples in a wide variety of foods were selected to be studied during different points of the food chain: meat (chicken, beef and pork), seafood (shellfish such as shrimp, prawns, scampi, squid, and lobsters, and different types of fish such as salmon, cuttle fish, rohu, fin herring, catfish, milkfish, and tilapia), spices (pepper, paprika), frozen vegetables (asparagus, peas and corn) and other products (coconut and dairy products). The analysis included pathogenic bacteria such as Salmonella spp. (several serotypes), Escherichia coli, E. coli 0157:H7, Staphylococcus aureus, Clostridium perfringens, Bacillus cereus, Vibrio choleare, Vibrio parahaemolitycus and Yersinia enterolítica. This CRP produced useful data to conduct better risk assessments on food in importing as well as exporting countries. [+ leia mais]
Fonte: IAEA
 
 
New book from IAEA - Advances in Radiation Chemistry of Polymers TECDOC 1420
 
"The radiation chemistry of polymers is one of the most important fields in the sciences of radiation induced chemical and physical changes in materials. Polymers are the most often irradiated materials, those most often modified and the main component of radiation sterilized medical products. The changes in their structure may be either beneficial or undesirable. This is the reason why the R&D concerning these materials is broad and most developments concerning radiation processing are foreseen in this area. Different aspects of basic research and R&D were presented during the meeting on ""Advances in Radiation Chemistry of Polymers"" held at the Notre Dame Radiation Laboratory, University of Notre Dame, Indiana, USA, and this TECDOC contains the proceedings of this meeting. The leading experts in the field participated at the meeting, and the present status of the subject and the foreseen trends in it were discussed. Therefore this publication is the most up to date available on the subject. " [+ leia mais]
Fonte: IAEA
 
 
Dia Internacional da Mulher
 
"Estimados colegas da ABFM e SBPR,
08 de Marco dia Internacional da Mulher. Meu respeito a todas.
Friso o Prêmio que a UNESCO outorgou a Pesquisadora brasileira Belita Koiller por promover a participação da mulher na ciência.
Belita Koiller, bk@if.ufrj.br, professora titular de Física da Universidade Federal do Rio de Janeiro(UFRJ) e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico do Brasil, é a primeira mulher, titular de Física, da Academia Brasileira de Ciências (ABC).
Ler artigo em portugues no site da ONU http://www.un.org/av/radio/portuguese/
Também destaco no ano internacional da fisica, a Dra.Elisa Baggio Saitovitch, que presidira a 2ª Conferência Internacional das Mulheres em Física - International Union of Pure and Applied Physics (IUPAP)
Veja nos site http://www-csnsm.in2p3.fr/nominatif/thibault/sfp/iupap-2005.pdf e no do Centro Brasileiro de Pesquisa em Física.
http:\www.cbpf.br~women-physics
Elisa Baggio Saitovitch: Chair elisa@cbpf.br
Cita-se os e-mail das duas, caso desejarem algum contacto.
" [+ leia mais]
Colaborador: José Júlio Rozental
 
 
Consolidação feminina
 
Estudo Trajetória da Mulher na Educação Brasileira, lançado em Brasília, mostra o crescimento de matrículas do sexo feminino em todos os níveis de ensino. Na graduação e na pós elas já são maioria. [+ leia mais]
Fonte: Fapesp
 
 
Governo testará células em cardíacos
 
Ministério começa este mês a selecionar 1.200 voluntários para verificar eficácia e segurança de terapia com células-tronco adultas. [+ leia mais]
Fonte: Jornal da CIência
 
 
Gaúchos fazem cirurgia inédita com células-tronco
 
Equipe do hospital da PUC aplicou células de um paciente no nervo de seu antebraço. [+ leia mais]
Fonte: Jornal da Ciência
 
 
Grupos de pesquisa se animam para estudar embrião
 
"Cientistas de vários Estados afirmam que transição para novas células é viável, mas apontam incertezas. " [+ leia mais]
Fonte: Jornal da Ciência
 
 
Trio de genes facilita detecção de tumor
 
"Etiquetas moleculares que denunciam doença são primeiro fruto do Projeto Genoma Câncer, feito em São Paulo. " [+ leia mais]
Fonte: Jornal da Ciência
 
 
Encontro de mulheres - conclusões
 
Vejam as conclusões do Encontro de Mulheres (Resumo,Detalhe), realizado em 2004 no Rio de Janeiro. [+ leia mais]
Colaborador: Laura Furnari
 
 
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