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Female medical physicists: The results of a survey carried out by the International Organization for Medical Physics

INTRODUCTION:

The gender composition of the existing medical physicist (MP) workforce around the world is basically unknown. The International Organization for Medical Physics (IOMP) performed a survey in order to investigate the number of MPs in countries around the world and the percentage of women MPs compared to total number of MPs.

MATERIALS AND METHODS:

A simple online questionnaire prepared as a Google Forms survey asking the country, the total number of MPs, the number of female MPs and finally the gender of the person providing the data was sent in mid-March 2013 to six regional member organizations of IOMP, as well as contact points in many member countries.

RESULTS:

Sixty-six countries responded to the survey by mid-July 2013. Fifty two percent of those who filled the form were females, the rest males. The total number of MPs was 17,024, of which 28% were female (4807). The median values of percentages of females were 21% in the USA, 47% in Europe, 35% in Asia, 33% in Africa and 24% in Latin America.

CONCLUSION:

This is the first international survey that investigates the number and percentage of female MPs around the world. There are European countries that are far away from the target set by European Commission (40%) whereas in countries in the Middle East and Asia, female MPs actually outnumber males. This study is the first step in a more in-depth study that needs to be taken in near future. Copyright © 2015 Associazione Italiana di Fisica Medica. Published by Elsevier Ltd. All rights reserved.
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Texto Elaborado pela ABFM para a Revista da ALFIM sobre o Dia Internacional da Mulher
Um Raios X das Mulheres da Física Médica no Brasil

Introdução

A Associação Brasileira de Física Médica (ABFM) nasceu em 1969 com a intenção de integrar os físicos médicos do país e contribuindo para o  desenvolvimento de físicos trabalhando com a física médica no Brasil. Sua sede está localizada na cidade de Florianópolis, capital de Santa Catarina. Buscando cumprir sua missão enquanto Associação, a ABFM realizou no segundo semestre de 2014 uma pesquisa junto a seus associados, para conhecer o perfil dos profissionais que trabalham com a Física Médica no Brasil. Foram ouvidos 427 profissionais de física médica, sendo 278 do sexo masculino e 149 do sexo feminino. Um dos objetivos deste artigo é demonstrar que as mulheres, no ambiente da física médica, estão se igualando em números aos homens em muitos indicadores. Para poder confirmar esta tendência, foram pesquisadas diferentes dimensões da profissão do Físico Médico. As principais dimensões pesquisadas e apresentadas neste artigo foram: o perfil demográfico, contato com a física médica, nível de instrução e treinamento, atuação profissional e o grau de satisfação com a carreira dos físicos médicos associados.

Principais resultados da pesquisa

A seguir são apresentados os resultados da pesquisa, contrastando as diferenças profissionais entre homens e mulheres. O primeiro indicador do perfil demográfico é a idade ou faixa etária. Os homens tem idade média de 37 anos, semelhante à idade média das mulheres que fica em 36 anos. Na tabela observamos o tipo de graduação em comparação entre os dois sexos:    
  Homens Mulheres
Bacharel em Física 28% 26%
Licenciatura em Física 25% 17%
Bacharel em Física Médica 30% 34%
Bacharel em Física com Habilitação em Física Médica 16% 23%
Fonte: Dados de pesquisa (2014) Com relação à Titulação dos associados, entre os homens, a maior frequência é de especialistas com 37%, seguido de Mestre com 29% e Graduado com 18%. Entre as mulheres a titulação mais destacada é a de Especialista 40%, seguido de Mestre e Graduado com 27% e 22% respectivamente. Os associados respondentes , em sua maioria possuem certificações, 69% dos homens e 68% das mulheres responderem que já possuem certificados. Quando se alcança  uma certificação acredita-se que ocorrerá uma promoção ou reajuste de salário em decorrência do certificado. Entre os homens 67% não receberam promoção ou aumento salarial em decorrência do novo certificado e 66% das mulheres também afirmam não ter recebido qualquer benefício extra ou posição mais elevada. Neste caso, os dois sexos são afetados na mesma proporção. Entre a principal atividade dos associados a Radioterapia é a mais mencionada entre homens e mulheres com 59% e 58% respectivamente. O Radiodiagnóstico é a segunda com mais representatividade, com 30% dos homens e 27% das mulheres, seguido da Medicina nuclear que foi assinalado por 11% dos homens e 15% das mulheres. A média de tempo que se trabalha nas atividades foi bem parecida entre os sexos, com 10,07 anos para os homens e 9,81 para as mulheres. Na Tabela 2 podemos observar o principal local de trabalho dos associados.
Local Homens Mulheres
Clínica Média 17% 13%
Hospital Público 21% 24%
Hospital Particular 25% 26%
Laboratório 2% 2%
Universidade 12% 12%
Empresa Privada 13% 13%
Empresa de consultoria 7% 6%
Hospital filantrópico 1% 1%
Outros 2% 3%
Fonte: Dados de pesquisa (2014) Entre homens e mulheres os cargos que mais são citados são os de Físicos com 39% para os homens e 50% para as mulheres. A média salarial entre os sexos é pouco diferente, os homens recebem mais em comparação às mulheres, R$10.453,00 contra R$8.452,00 Homens e mulheres associados apontam a satisfação como principal estímulo da profissão de físico médico. Os homens assinalaram com 76% e as mulheres com 82%. Os associados recomendariam a profissão de físico médico, homens e mulheres responderam com uma frequência de 71% e 75% respectivamente.

Desafios futuros

Observando os resultados da pesquisa foi possível perceber que ambos os sexos tem perfis parecidos. As respostas foram parecidas em todos os itens analisados neste artigo, exceto na questão salarial. No Brasil a diferença salarial entre homens e mulheres é de aproximadamente 30% (Atal et al. , 2009). No entanto, a diferença encontrada na pesquisa da ABFM foi de 23,5 %, indicando uma maior valorização em relação a média nacional. No entanto, isso não ocorre com as Físicas médicas, que possuem o mesmo nível de formação que seus colegas do sexo masculino. De acordo com Nitahara, 2013, quanto maior a escolaridade, maior a diferença salarial, tendo valores médios que oscilam em outras áreas na casa dos 40%. Portanto, um desafio para as instituições, profissionais e interessados pela física médica é fazer com que esse cenário continue reduzindo as diferenças, fazendo com que as mulheres sejam cada vez mais valorizadas. A ABFM trabalha, para que cada vez mais, homens e mulheres tenham direitos iguais no mercado de trabalho, pesquisa e ensino com física médica no Brasil.
 
23rd Global Women in Nuclear Conference Announcement - 24-8 August 2015, Vienna Austria
Women in Nuclear (WiN) Global is a worldwide non-profit association made up mostly of female professionals working in various fields in the nuclear industry. WiN Global aims to promote understanding and public awareness of the benefits of nuclear and radiation applications through a series of active networks, both national and international. It has approximately 25 000 members from more than 100 countries, organized in national, regional and international chapters.   Every year, a chapter of WiN Global organizes the Annual conference, which is a unique occasion for the WiN Global community to meet. The 23rd WiN Global Annual Conference will be organized by the WiN IAEA Chapter in cooperation with the IAEA (International Atomic Energy Agency). This event will take place in Vienna, Austria, at the IAEA Headquarters on 24 – 28 August 2015.   The aim of the conference is to highlight the vital role that women play in the nuclear industry and provide opportunities for women to network, exchange ideas, attend technical visits, obtain the most up-to-date information on nuclear programmes and facilities around the world, and learn about employment opportunities at the IAEA. The conference will be attended by over 300 female professionals from all over the world, with international high-level keynote speakers.
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Consulta Pública para Norma: Radiação X e gama de referência para calibração de dosímetros e medidores de taxa de dose e determinação da resposta em função da energia do fóton
 
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